Mario Persona CAFE - Crônicas de vida, carreira e negócios.

"É prova de alta cultura dizer as coisas mais profundas
do modo mais simples" -
Ralph Waldo Emerson 

Mario Persona é palestrante, escritor, conferencista, consultor, tradutor, professor de comunicação e marketing.

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02/08/2009 Ter ou não ter, eis a questão.
por Mario Persona

"Mario, suas dicas de gestão me impressionam muito pela clareza e coesão. Mas, se você tem um conhecimento tão vasto sobre teorias empresariais, por que você não é um multimilionário?"

Sua pergunta é instigante, mas o que será que quis dizer por "multimilionário"? Seria alguém com uma fortuna medida em milhões de um dólar que não seja o do Zimbábue? Se for, eu realmente não pertenço ao clube. Mas se quis dizer simplesmente "rico", então sou rico. Mas quão rico sou?

É difícil definir quão rico alguém é. Quando perguntaram a John D. Rockefeller quanto dinheiro era suficiente, ele respondeu "mais um pouco". Quando perguntei à minha mãe o que ela gostaria que eu fosse quando crescesse, ela respondeu que preferia um filho balconista e feliz a um dono de indústria infeliz. Desde então procuro ser rico como um balconista feliz.

Em uma sociedade onde você é medido pelo que possui, pouca gente já parou para questionar se o dinheiro é a melhor régua para se medir o sucesso. Apesar de tantas celebridades que entram e saem das clínicas de reabilitação, continuamos a associar riqueza material à realização pessoal e profissional.

Uma pesquisa feita com os 400 mais ricos da lista da revista Forbes revelou que o índice de satisfação dos magnatas era o mesmo encontrado entre o povo Inuite da Groenlândia e os Masai do Quênia. Ambos vivem muito bem sem eletricidade e água encanada.

Eu sei que este meu papo está mais para desculpa de incompetente, e que você, se fosse curto e grosso, estaria querendo dizer simplesmente “Mario, walk the talk!”, como dizem os ianques. Mas você foi educado a ponto de rogar que eu não interpretasse sua pergunta como provocação. Então vou ser sincero: não sou multimilionário simplesmente por não enxergar razão para navegar para um Norte que não está em minha bússola. Além de, obviamente, gostar do porto atual.

Interprete isto como falta de ambição ou de perfil empreendedor, mas não é. Inventores, artistas e escritores empreendem o tempo todo, mas poucos fazem isso de olho no milhão. O que os move não é a ganância de ter, mas o prazer de ser e fazer. É neste clube que você vai me encontrar.

Mas não pense que pessoas assim têm motivos mais nobres e altruístas do que os do clube do milhão. Não têm. O orgulho de ser e o desejo utilitarista de fazer são tão egocêntricos e gananciosos quanto o apetite de possuir. No fundo tudo não passa de uma forma de justificarmos nossa existência e utilidade no mundo e na sociedade. O “mais um pouco” do Rockefeller também se aplica ao ser e fazer.

O problema é que estas coisas jamais levam à saciedade, já que o vazio que tentamos preencher com elas é do tamanho de Deus. Mas vou deixar estes assuntos mais estratosféricos para você acompanhar em meu blog www.3minutos.net.

Enquanto isso, para dar uma resposta objetiva à questão que levantou, vou traduzir sua pergunta assim: "Como é que uma pessoa que ensina a empreender não se tornou um grande empreendedor?"

John Nelson Darby responderia que “os olhos enxergam muito além do que os pés conseguem alcançar”. Isso mesmo. Pode apostar que muitos dos grandes autores e professores de gestão quebrariam a cara se tentassem administrar um negócio. Mas seus pupilos provavelmente não. Por que? Pela mesma razão que Pelé não é o melhor técnico de futebol do mundo e os melhores técnicos do mundo nunca foram Pelé.

Se um dia você me encontrar multimilionário foi por ter tropeçado num bilhete de loteria, e não por apostar nela ou num grande negócio. As duas coisas não estão em minha agenda. Meu prazer está em escrever e ensinar aquilo que consigo enxergar "sentado nos ombros de gigantes”, como diria Isaac Newton.

O comercial que vi na CNN talvez consiga traduzir melhor o que sinto. A cena mostra um garotinho e seu pai caminhando de mãos dadas e o menino dizendo ao pai que, quando crescer, quer ser professor. Mas o pai tenta convencê-lo a seguir outra carreira.

- Você não prefere ser médico? Médicos são mais admirados e respeitados, além de ganharem muito mais.

- Mas não são os professores que ensinam os médicos? - argumenta o garoto encerrando a conversa.

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Manual do Empreendedor - Jerônimo Mendes
Este livro é indispensável para todo empreendedor ou candidato a futuro empreendedor que deseja entender, fazer parte e ainda prosperar no universo extremamente competitivo dos negócios. Trata-se de um guia que expõe aos empreendedores, empresários e seus respectivos colaboradores as premissas básicas e avançadas desse fenômeno chamado empreendedorismo. Abrange desde os conceitos relacionados ao tema, os primeiros passos para quem deseja empreender, a necessidade de se construir uma visão e uma missão de negócio, as fases do processo empreendedor e o principal desafio a ser enfrentado a partir do momento em que o empreendimento "decola", o de equilibrar a vida pessoal e profissional.

Escrito numa linguagem muito acessível, a obra é recheada de exemplos, dados e citações que constituem um manancial de informações. Sua leitura elucida grande parte dos mistérios que envolvem o complexo mundo dos empreendedores e vai além. O texto trata do ser humano indissociável, no campo pessoal e no profissional. O sucesso de um depende do sucesso do outro. Empreendedores legítimos compreendem essa verdade muito antes dos seus concorrentes e por isso criam um referencial difícil de ser superado. Em princípio, é a sua vantagem competitiva.

Destaca-se por apresentar as seguintes características: enfoca o lado pessoal e o profissional do empreendedor; trabalha as premissas básicas do planejamento estratégico (visão, missão e valores); estuda as origens do sucesso e do fracasso das grandes organizações; propõe um novo modelo de empreendedor para o século XXI; traz exemplos práticos de decisões tomadas por grandes empreendedores do século XX; defende a indissociabilidade do ser humano para a vida pessoal e a profissional; indica os principais fatores de sucesso e insucesso dos negócios.

Obra recomendada para empresários, gerentes, empreendedores, líderes de equipes e também professores e alunos que se utilizam de livros-textos complementares para a aplicação e o desenvolvimento de disciplinas específicas e textos acadêmicos em nível de ensino médio, graduação, pós-graduação e MBA. Leitura complementar para as disciplinas Empreendedorismo, Empreendedorismo e Inovação, Gestão de Pequenas e Médias Empresas e Planejamento Estratégico dos cursos de graduação e pós-graduação em Administração de Empresas.


E a gorjeta, doutor?


Respostas: 12 Pessoas comentaram. E você, qual é sua opinião?

Olha Mário,
Eu como iniciante nessa carreira aonde voce já tem uma longa estrada de sucesso e aprendizado, só posso me reverenciar a esse conhecimento tão eclético que acumulou graças a sua curiosidade com certeza.
Esse prazer que transparece ao voce passar seu aprendizado para quem está do lado de cá,revela o quão milionário voce é, discordando respeitosamente do nosso amigo do texto citado.
O prazer precisa ser a moeda mais forte dentro do ser humano , e só através dela, que esse outro método de comparação do que é sucesso, virá.
Te admiro muito...e se um dia eu conseguir apenas uma fração desses milhões intransferíveis de conta que voce possue , já tá bom demais!!!!!!!!!!!!!!
Paula.

Enviado por Paula Barreto em 18/12/2009


MÁRIO, parabéns pela incrível e sábia resposta a capciosa pergunta do nobre colega. Uma resposta bastante interessante ante a uma sociedade cujos valores estão um tanto quanto subvertidos.

Ademais, saiba que sou um profundo admirador de vosso trabalho. Acho você uma pessoa extremamente sábia, culta e que, com preciosas palavras, consegue transmitir idéias e pensamentos com encaixes perfeitos como o de um "acorde". PARABÉNS!!

Também gostei muito de seu outro blog, o 3minutos. PARABÉNS E SUCESSO.

Cordialmente,

Lucas Peres Torrezan.

Enviado por Lucas Peres Torrezan em 22/08/2009


Mario,
Queria poder ter o privilégio de sempre poder contar com respostas de tamanha profundidade e qualidade como a que você me deu. Agradeço a atenção.
Abs.

Enviado por Fernando Torres em 14/08/2009


Muito boa e profunda o seu pensamento parabéns!

Enviado por Wilson Beckert em 13/08/2009


Mario,
Queria poder ter o privilégio de sempre poder contar com respostas de tamanha profundidade e qualidade como a que você me deu. Agradeço a atenção.

Enviado por Fernando Torres em 12/08/2009


Sou pós-graduando em Gestão e Empreendedorismo Educacional. Digo a vocês bons leitores, afinal sabem muito bem como gastar um pouquinho do maior bem que podem ter (o tempo), que este site em muito contribuiu para minha decisão quanto à área de estudo. Tenho buscado crescer profissionalmente e isto não tem nada diretamente relacionado ao ganhar muito ou pouco dinheiro, mas na realização que a educação possibilita a uma sociedade.
Falei do tempo. Muitos o gastam para ganhar dinheiro e não conseguem o desejado. Outros o conseguem fazê-lo, contudo perdem outras fortunas que raramente ou nunca são mencionadas pela grande mídia. Agora faço referência à família, saúde, amizades comprometidas com o ser enquanto pessoa. De maneira honesta, não creio que o papel moeda terá genuinamente força para conquistar e trazer de volta sentimentos que foram abandonados no acontecer da vida. Hoje gasto meu tempo para realizar-me em todas as áreas da vida. Se algum dia ganhar dinheiro, continuarei sendo rico, mas agora com um pouco de moedas.

Enviado por Jardel de Castro em 03/08/2009


Boa Noite Mário, boa noite pessoal...
Um tema bastante instigante.
Gostaria também de direcionar para uma vertente:
Acredito que o ter "dinheiro" não é o mais importante e que ele não compra tudo.
O "ter dinheiro" ajuda muito, porém quando vc deixa ele no lugar dele, no bolso, e não na cabeça, porém o ter conhecimento ahhhh esse leva vc a qualquer lugar e lhe dá liberdade pessoal e profissional.
O exemplo de pelé foi excelente, como tantos outros não mensionados...
Porém nunca esqueçamos de que o que fazemos é para sermos felizes e para trazer felicidades aos nossos e aos próximos,isso sim é "TER", se não for por isso, não adianta continuar.
E a boa convivencia consigo e com os demais depende MUITO do seu ponto de vista da vida os quais sabemos que são muitos e muitos o veem de muitas formas.
Segue um pequeno exemplo:

Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu
assim:
'Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres. Morreu antes de fazer a pontuação.

A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta
interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.
**
Moral da história:'A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação. E isso faz toda a diferença.....

Enviado por Waldenio Reis em 02/08/2009


E mais: Tem a história do 'pulo do gato', o Mario Persona é o mais indicado para relatar! :D
Grande [ ]! :)

Enviado por paula ugalde em 02/08/2009


Mario Persona!
Minhas congratulações pela genialidade do seu trabalho, que acompanho a tempos e tem me inspirado, mesmo não sendo da area (Marketing).
Quanto ao 'Ter ou não ter...", sua explicação diz tudo.
E 'Ser' o 'cara', como 'é' seu caso, certamente é muito mais importante, além de bom para o Ego, claro! ;D
Constitui exemplo de rico vendedor! Sua mãe deve ter ficado orgulhosa.
Cada um está aqui para algo. Seu fazer está aí!!! A superar todas as expectativas e, notadamente, fazendo o que tem 'paixão', que é o que importa. 'O sucesso é ser feliz', lembrando o título de S.
Para finalizar, gostaria de deixar em aberto a questão: Qual o melhor Mestre? Não será aquele que dá tanto do seu conhecimento e ensina tão bem que instrumentaliza seus alunos a o superarem?!
Super Parabéns pela excelência de suas ideias/trabalho!
Sucesso em triplo!!! :)

Enviado por paula ugalde em 02/08/2009


Mário,
vc se lembra do que era o comercial da CNN q vc citou?...
Obrigada!!

Enviado por MARIA ANA NEVES em 02/08/2009


Mario Persona, gostaria de saber como consigo virar a minha propria mesa, para ter alguns milhares de um real, e admiro muito o seu trabalho ajudando as emprezas a praticarem o seu desempenho responsável na atual sociedade.Gostei da resposta do comentário acima.Estou imaginando quanto empeendedores gananciosos, estão enquadrados em sua tese respondida.

Enviado por Benedito Cândido de Oliveira em 02/08/2009


Olá Mario,
Há um bom tempo assino e leio suas crônicas. Sobre esta em especial, foi sensacional. Parabéns e obrigado por compartilhar seu conhecimento conosco.

Por ela também tive conhecimento do 3minutos.net. Muito bom e vou seguir também.

Abraços!

Enviado por Odemur Cezar Marangoni em 02/08/2009


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Curioso para saber quem sou? Ok, você pediu. Para poupá-lo, vou começar nos anos 70. Após a fase mauricinho, virei hippie. Isso mesmo. Compus, cantei e toquei em festivais, vivi 3 anos só de macrobiótica e vesti bata de algodão de saco de farinha. Despojamento exterior de um Gandhi, mas vivendo como a rainha da Inglaterra, PAItrocinado no conforto de um apê só meu no Guarujá e faculdade particular em Santos.

Fim dos anos 70, desenhista, designer de ambientes e cartunista, recém formado arquiteto, metido em movimentos de contracultura e volta à natureza, fui morar no mato. Comprei um sítio após uma tentativa frustrada de morar numa comunidade. Onde? Alto Paraiso, GO. Foram 3 anos cantando "Refazenda", criando carrapatos, plantando mato e comendo arroz integral com gersal.

Foi também no fim dos 70 que nasci de novo, após três anos errando à procura de um sentido para a vida em filosofias do extremo oriente. Minha procura terminou no oriente médio
e os anjos ficaram alegres.

Voltei à civilização para continuar a carreira de arquiteto. Tive escritório de arquitetura, fui vendedor de materiais de acabamento, negociador no Banco Itaú e Cia do Metrô, editor de publicações cristãs da Verdades Vivas, tradutor técnico e diretor de comunicação e marketing da Widesoft.

Dinossauro da Internet no Brasil, em 1996 criei meu primeiro site, o bilíngüe
True Stories, seguido do trilíngüe Chapter-A-Day. Trabalhando na Widesoft, criei a comunidade Widebiz e ultimamente mantenho alguns blogs, como este CAFE, o biográfico Quero Contar e o devocional O Pintor em Minha Janela.

Hoje sou
palestrante, escritor, professor e estrategista de comunicação e marketing, além de garçom aqui no Mario Persona CAFE. Para saber mais é só clicar nos docinhos do cardápio profissional lá no alto.

Descobri o ócio criativo e faço que gosto trabalhando em casa. Meus clientes nunca iam ao meu escritório — nem eu — por isso decidi assumir o modelo home-office, conectado a um atendimento profissional, empresas parceiras, ao meu filho
Lucas Persona e aos meus clientes. Adotei o modelo futuro no presente.

Ao lado de minha mesa fica a poltrona de meu filho Pedro, que passa o dia escutando música. Quem é Pedro? Esta é uma outra história que você encontra no livro
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Com tanta
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"Você é o contador de histórias de sua própria vida, e poderá ou não criar sua própria lenda."
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