Mario Persona CAFE - Crônicas de vida, carreira e negócios.

"É prova de alta cultura dizer as coisas mais profundas
do modo mais simples" -
Ralph Waldo Emerson 

Mario Persona é palestrante, escritor, conferencista, consultor, tradutor, professor de comunicação e marketing.

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14/07/2006 Menos Narciso, mais Madre Teresa
por Mario Persona

Narciso era um jovem grego cujo iPod era seu espelho: não desgrudava dele. Com fones conectados diretamente nos globos oculares, só tocava MP1. Isso mesmo, nem emepê dois, nem três, só um.

Já sua vizinha nascida na Macedônia, Agnes Gonxha Bojaxhiu, não tinha iPod. O que mais escutou a vida inteira foram os gemidos de velhos, cegos e leprosos de Calcutá que a chamavam de Madre Teresa. O que ela tem de comum com Narciso? O marketing pessoal.

De milhares de pessoas que visitam meus sites todos os meses, 91% chegam via links de terceiros ou sites de busca, sendo marketing+pessoal a expressão ou palavra-chave que mais gente traz. Marketing pessoal nada mais é do que identificar, necessidades e desejos das pessoas, analisá-las e atendê-las. E a melancia no pescoço? É melhor comer, ou vai feder.

Ao contrário do que muitos pensam, marketing pessoal não é autopromoção, embora, como vemos nos famosos "Quatro Pês" ensinados no curso primário das escolas de marketing, promoção é um dos componentes, mas neste caso não é nem de longe o principal. No marketing pessoal o foco começa no produto, mas não um foco de Narciso.

É que sem um bom produto nem adianta você tentar conquistar o mercado e ser lembrado. Para ter um produto campeão, sua linha de montagem já deveria ter começado lá atrás, no berço, no caráter e na educação. Se não começou, você ainda pode adotar ações corretivas.

Marketing pessoal é um marketing de conseqüências, uma colheita daquilo que plantamos. A diferença que existe do marketing empresarial ou de produto é que nestes você pode simplesmente fechar a empresa e abrir outra, ou mudar a marca do sabão. O "Sabão X" deixava manchas? Não tem problema, a gente troca pelo "Sabão Y" com nova fórmula.

Mas não dá para fazer o mesmo com você. Ao contrário do que acontece com produtos, não dá para substituir por outro. E muito tempo depois de você sair do mercado, a lembrança do foi ou fez continuará viva pela impressão indelével que deixou.

Daí a importância de uma abordagem de marketing pessoal focada na pessoa, sua integridade, suas atitudes, sua postura, sua... tudo! Porque cada ação irá gerar uma reação em alguém. Boa ou ruim. Foi o que eu disse no final de uma entrevista:

"A regra de ouro do marketing pessoal é fazer aos outros o que você gostaria que fizessem com você. Quando entendemos que "marca" é aquilo que deixamos nos outros -- que pode ser um vergão ou um beijo --, passamos a cuidar melhor de nosso marketing pessoal, que vai estar menos para Narciso e mais para Madre Teresa".

Onde saiu? Na edição de 30 anos da TAM Magazine. Isso mesmo, a TAM, daquele Comandante... como era mesmo o nome dele? Ah, sim, é claro que você sabe. Pois é, isso é marketing pessoal.

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Guia de Boas Maneiras para Viajantes
BARBARA RONCHI DELLA ROCCA

Quem diria, os primeiros manuais de boas maneiras nasceram no estilo SPH (Só Para Homens)... É que foram eles os primeiros a ambicionar a ascensão social. Assim, regrinhas de boa educação estão ligadas à história econômica-política, religião, moral e estética de cada cultura! E isso, realmente, não tem nada a ver com frescura!

Filósofos ilustres como Erasmo de Rotterdam, John Locke e Santo Agostinho, assim como estadistas como Lord Chesterfield e historiadores como Arthur Schlesinger se interessaram sobre o tema: ser mais ou menos educado estabeleceu, desde logo, uma verdadeira classificação social. Não nos esqueçamos que boa parte da vida privada do passado só pôde ser reconstituída através de escritos de não tão famosos escritores que reproduziram a vida em sociedade, descrevendo comportamentos ditos aceitáveis ou inaceitáveis.

É nesse espírito que nasceu o GUIA DE BOAS MANEIRAS PARA VIAJANTES, de Bárbara Ronchi della Rocca, italiana especialista em etiqueta que idealizou roteiros de diversos países para nos falar sobre detalhes interessantes e engraçados sobre a cultura de cada país: aquilo que pode ser educado para nós, em qualquer parte do mundo pode revelar-se um grande mico!


E a gorjeta, doutor?


Respostas: 6 Pessoas comentaram. E você, qual é sua opinião?

Pois é ... seu texto me fez recordar antigas linhas que escrevi, sem me dar conta, tratando sobre marketing pessoal.
Caso queira checar, click no link.

Enviado por Mario Câmara em 14/08/2006


...achei de beleza singular o que trouxe..realmente, apesar de tantos questionamentos de busca para um aperfeiçoamento no marketing pessoal, a receita é simples, só o caminho um pouco longo.Ao contrário do que se pensa, não é fórmula mágica, de um piscar de olhos, mas caminhada tranquila, com atenção nos próprios passos e na direção em que eles o estão levando.
Fazer o que deseja sem agradir e de preferência favorecendo ao outro é simples, eficaz, bem sucedido e harmônico...parabéns Mário, muito bom

Enviado por Maria Fernanda Alves em 26/07/2006


hoje casualmente tive o previlegio de descobri o seu site ,min encantei tudo que estav a procurando estava ali ,queria eu ter o previlegio de assistir um a palestra sua ,parabens você faz a diferença

Enviado por jardenia pontes em 26/07/2006


>>>>MARIO PERSONA RESPONDE PARA MARCELO BÁRCIA: Sim, é possível ensinar com humor. Aliás, o humor é uma espécie de adesivo do cérebro. Nosso cérebro é seletivo e aparentemente acaba processando de forma diferente aquilo que é lógico e racional. Isso ele poda, recorta, descarta e só guarda o que realmente chamou sua atenção ou fez muito sentido. Penso que aquilo que não se enquadra nesta categoria, ele acaba guardando de forma integral, como se fosse incapaz de passar a tesoura.

Exemplo? Piadas enormes que só ouvimos uma vez e guardamos para a vida inteira. Ou um poema, um aroma, um som. Música, então, nem se fala. Já aconteceu de ouvir uma música a primeira vez, talvez até uma dessas de odiar, e depois não coseguir tirá-la da cabeça? Resumindo, se o lógico ou racional parece ser facilmente mutilado e descartado, enquanto o artístico, humorístico e não muito racional parece grudar na mente, o jeito é mesclar o racional com humor ou arte para obter aderência.

Enviado por MARIO PERSONA em 20/07/2006


Prezado Mario,

Há dois meses assisti uma palestra sua no Hotel Gloria, no Rio de Janeiro. Como professor universitário fiquei impressionado e motivado com uma questão que é um verdadeiro desafio para todos os profissionais de ensino: É possível ensinar conceitos importantes de gestão de forma lúdica, humorada e eficaz?

Após, a sua palestra descobri que sim. Sugiro que você nos brinde com um de seus textos sobre este tema, ok?

Ah, também vislumbrei a grande possibilidade da internet no processo de discussão e aprendizagem e criei um blog sobre Empreendedorismo.

Um Grande Abraço e Parabéns!

Marcelo

Enviado por Marcelo Bárcia em 20/07/2006


Caro Mario,
Descobri seu site por indicação de uma amiga, comecei a ler e achei ótimo. O que me chama a atenção é com relação a sua história de vida. Sabemos que existem muitos preconceitos com relação aos "crentes/evangélicos", mas o preconceito é, primeiramente, por desconhecerem o que significa isso, em segundo, é em razão do fanatismo de algumas pessoas, por não saberem expressar o quão maravilho é descobrir a verdade. A sua história, mostra que a busca pelos caminhos aparentemente mais fáceis, lógicos, científicos, espiritualistas, de fazer o bem, que Deus está em todos os lugares, que basta não desejar o mal etc, não é uma verdade. É preciso fazer o bem sim, Deus está em todos os lugares, mas não aprova tudo. Infelizmente, por não ler a Bíblia, pois era díficil de entender, era coisa para "crentes" como a maioria das pessoas pensam, passei por várias doutrinas espiritualistas, esotéricas e, por experiência própria sei do engano que significam. Gostaria que as pessoas pudessem refletir sobre sua busca pela verdade e sem preconceito aprendessem sobre Jesus, entendendo o que Ele significa e que não há outro caminho para o bem e para Deus, senão através de Jesus, Senhor e Salvador.
Meu amigo, parabéns! Você faz a diferença! Que Deus abençoe sua vida grandemente em nome do Senhor Jesus.
Um grande abraço.

Enviado por Paulo Cesar Silveira em 17/07/2006


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"Ser alguém é ter uma história para contar."
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Curioso para saber quem sou? Ok, você pediu. Para poupá-lo, vou começar nos anos 70. Após a fase mauricinho, virei hippie. Isso mesmo. Compus, cantei e toquei em festivais, vivi 3 anos só de macrobiótica e vesti bata de algodão de saco de farinha. Despojamento exterior de um Gandhi, mas vivendo como a rainha da Inglaterra, PAItrocinado no conforto de um apê só meu no Guarujá e faculdade particular em Santos.

Fim dos anos 70, desenhista, designer de ambientes e cartunista, recém formado arquiteto, metido em movimentos de contracultura e volta à natureza, fui morar no mato. Comprei um sítio após uma tentativa frustrada de morar numa comunidade. Onde? Alto Paraiso, GO. Foram 3 anos cantando "Refazenda", criando carrapatos, plantando mato e comendo arroz integral com gersal.

Foi também no fim dos 70 que nasci de novo, após três anos errando à procura de um sentido para a vida em filosofias do extremo oriente. Minha procura terminou no oriente médio
e os anjos ficaram alegres.

Voltei à civilização para continuar a carreira de arquiteto. Tive escritório de arquitetura, fui vendedor de materiais de acabamento, negociador no Banco Itaú e Cia do Metrô, editor de publicações cristãs da Verdades Vivas, tradutor técnico e diretor de comunicação e marketing da Widesoft.

Dinossauro da Internet no Brasil, em 1996 criei meu primeiro site, o bilíngüe
True Stories, seguido do trilíngüe Chapter-A-Day. Trabalhando na Widesoft, criei a comunidade Widebiz e ultimamente mantenho alguns blogs, como este CAFE, o biográfico Quero Contar e o devocional O Pintor em Minha Janela.

Hoje sou
palestrante, escritor, professor e estrategista de comunicação e marketing, além de garçom aqui no Mario Persona CAFE. Para saber mais é só clicar nos docinhos do cardápio profissional lá no alto.

Descobri o ócio criativo e faço que gosto trabalhando em casa. Meus clientes nunca iam ao meu escritório — nem eu — por isso decidi assumir o modelo home-office, conectado a um atendimento profissional, empresas parceiras, ao meu filho
Lucas Persona e aos meus clientes. Adotei o modelo futuro no presente.

Ao lado de minha mesa fica a poltrona de meu filho Pedro, que passa o dia escutando música. Quem é Pedro? Esta é uma outra história que você encontra no livro
"Uma Luta pela Vida", de minha filha Lia Persona, ou acompanhando o blog Quero Contar .

Com tanta
gente lendo meus textos, visitando meu site, assistindo minhas palestras, costumo receber um bom número de e-mails de leitores. Mas nenhum foi tão enigmático quanto aquele que trazia apenas uma pergunta: "Por que você se chama Mario Persona?".

"Você é o contador de histórias de sua própria vida, e poderá ou não criar sua própria lenda."
Isabel Allende



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