Mario Persona CAFE - Crônicas de vida, carreira e negócios.

"É prova de alta cultura dizer as coisas mais profundas
do modo mais simples" -
Ralph Waldo Emerson 

Mario Persona é palestrante, escritor, conferencista, consultor, tradutor, professor de comunicação e marketing.

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04/02/2004 O que é sucesso para você? E para seus filhos?
por Mario Persona

O que é sucesso para você? E para seus filhos?

Já falei aqui de como é gratificante ser professor. Ontem recebi o convite para a formatura da turma do curso de Administração de Empresas do ISCA Faculdades e me emocionei, quando vi as fotos dos quase 150 jovens com os quais convivi um tempo, tentando fazer alguma diferença em suas vidas. Será que fiz?

Não sei, só o tempo dirá. Às vezes recebo um aperitivo para dar um empurrãozinho nos ânimos e me motivar a seguir. Um veio no e-mail de um rapaz que lê minhas crônicas e escreveu: "Quero agradecer muito os conselhos, já que não tive um pai para me dar. Na verdade tenho, mas ele está preso." Outro veio no comentário que uma estudante deixou em meu blog:

"São esses pequenos detalhes que nos fazem encher o peito e mostrar coragem de correr atrás dos nossos sonhos. Em 2002 assisti a uma palestra sua em Campina Grande que me fez mudar o meu modo de pensar. Talvez você nem mesmo lembre da sua passagem por aqui, mas garanto que na minha vida fez muita diferença." Nem sei o que dizer. É melhor você ler minha crônica de hoje:

O que é sucesso para você? E para seus filhos?

Há seis anos meu pai foi para o céu. Era ele o Mario Persona original, sem os nomes do meio que dividem minha cédula de identidade. Curiosamente foi quando ele estava aposentado demais para ensinar que me incutiu as mais fundamentais lições. Seus últimos quatro anos de vida foram passados numa cadeira de rodas, vítima de derrame.

Um idoso inválido e dependente não é exatamente o que chamaríamos de padrão de sucesso em nossa sociedade. Na mídia que amamenta nossa mente os homens de sucesso são atléticos, não inválidos. Vestem Armani, não pijamas, e não são calvos como meu pai, mas esvoaçam cabelos abundantes em carros conversíveis. Sempre acompanhados de mulheres siliconadas e deslumbrantes, nada parecidas com minha mãe, que fez proezas para cuidar do homem que amava.

A imagem de homem de sucesso que tentam nos vender só vale para quem se chama James e tem Bond por sobrenome. Na vida real não há muitos assim. Do lado de cá de Hollywood, somos todos iguais. A barriga atrapalha, vestimos liquidação, o carro está longe de ser o do ano e não existe uma versão do PhotoShop que alise estrias e celulites em coxas de carne, como fazem com as fotos digitalizadas das revistas. Mesmo assim, no mundo das pessoas de verdade há quem persiga um sucesso de mentira.

O que é ser bem sucedido? A resposta depende dos padrões que adotamos. John D. Rockefeller respondeu "mais um pouco", quando lhe perguntaram quanto dinheiro é suficiente para ser feliz. Para os padrões ocidentais de beleza, ser magra, alta e caminhar como a Gisele Bündchen é o padrão. Adotamos as modelos como modelo e tentamos nos modelar por elas. Mas o que nos falta em dinheiro de Rockefeller nos sobra quando vestidos em roupa manequim Bündchen.

Antes de buscar o sucesso a qualquer custo, é bom definir o que é sucesso para você. Vivemos cercados de ilusões intocáveis: carros que nunca teremos, cruzeiros que nunca navegaremos e mulheres que jamais beijaremos. O melhor é ter os pés no chão quando a questão é sucesso e fazer um planejamento de longo prazo. Sugiro, até, de eterno prazo. Ou você levará uma vida movida a inveja e desalento. Sonhe seus próprios sonhos, não os que lhe mandarem sonhar.

A definição de alvos consistentes é pré-requisito para uma carreira de sucesso. Ajuda a evitar que você seja apenas mais um inseto voando rumo ao que dizem ser um sol de oportunidades que não passa de um anúncio de néon. Para meu pai, sucesso não era ficar rico ou ser astro em alguma área, mas apenas trabalhar, cuidar da família e fazer a vontade de Deus. Ele atingiu sua meta.

Uma meta medíocre, diriam alguns. Mas é uma meta muito parecida com a de milhares de mães, pais, professores, garis, operários, funcionários públicos, motoristas, bombeiros, mecânicos, enfermeiras e tantos outros anônimos, cujo sucesso está depositado no peito, não na conta bancária. O sucesso não está na quantidade do que você faz, mas no valor daquilo que permanece. Não se preocupe se achar que o que faz é apenas um grão de areia no oceano. As mais belas praias são aquelas formadas pelos menores grãos.

O sucesso monetário pode não ser um sucesso feliz. "Ganhei muitos milhões, mas eles não me trouxeram felicidade", disse John D. Rockefeller. Outro milionário, John Jacob Astor, confessou: "Sou o homem mais miserável na face da Terra". Se nunca ouviu falar dele, não se preocupe. Apesar de ter sido um bem-sucedido milionário em sua época, só me lembrei dele por causa do sucesso de dois filmes. "Titanic", em cujo naufrágio Astor morreu, depois de construir o famoso Waldorf-Astoria, o hotel de "Esqueceram de Mim 2".

Fui visitar meu pai com minha cabeça cheia de problemas que pareciam ser os mais importantes do mundo.

Olá, papai, tudo bem? – cumprimentei em modo automático.
Tudo ótimo, não poderia ser melhor – foi a resposta que me socou, vinda do que restou de seu corpo encurvado e disforme.

A lembrança que carrego de meu pai é a de um homem de sucesso. Ele trazia aquela tranqüilidade de quem cumpriu sua missão, enquanto eu o observava em sua cadeira de rodas, folheando as páginas amareladas de sua Bíblia, o seu "Manual do Sucesso", com a única mão que funcionava e fingindo ler o que a vista já não enxergava. Não sei se meus filhos irão se lembrar de mim como um homem de sucesso. E os seus, como se lembrarão de você?

O SEGREDO DE LUÍSA
FERNANDO DOLABELA

Como ainda não comecei a ler -- o livro chegou hoje e logo foi seqüestrado por minha filha que quis ler antes de mim -- vou colar o comentário que está no Submarino. Luísa quer montar uma empresa, mas não sabe por onde começar. Seu amigo Pedro então passa a lhe ensinar muitas coisas sobre administração, até que ela consegue montar uma fábrica de goiabada. É através desta história que Fernando Dolabela dá aos seus leitores muitas lições de empreendedorismo. O livro se enquadra no Projeto Softex e REUNE, iniciativas voltadas para a formação de empreendedores a partir do ensino de criação de empresas. Este esforço vem ajudando a criar 120 novas empresas por ano em todo o país. Quam são os donos delas? Jovens que aprenderam e continuam aprendendo, na prática, o Segredo de Luísa.

E a gorjeta, doutor?


Respostas: 13 Pessoas comentaram. E você, qual é sua opinião?

Mário, sou um velho (no bom sentido) professor de Química que, hoje, desempenha o papel de Coordenador da 3ª série do Ensino Médio/Pré-vestibular, num colégio em Niterói. Converso muito com meus alunos sobre sucesso. E nessas conversas tenho sempre o cuidado de desvincular sucesso de cifrões. Inventei até uma história para materializar a idéia de sucesso que tento passar aos alunos. É a história de um índio. Ele não tem nome. Deixo aos alunos a tarefa de dar-lhe um nome. Todos os dias o índio pega seus apetrechos de caça e diz para a mulher: "Mulher quando o Sol passar pela metade do céu, eu estarei de volta com a caça". Dito isto, sai para a floresta e, dito e feito, no tempo determinado ele está de volta carregando a refeição do dia. Conto esta história para os alunos e digo para eles enfaticamente: "Este índio é um homem de sucesso. Por que? Pergunto-lhes?" E eles respondem: "Ele disse que ia trazer a caça e trouxe". Exatamente. É aí que está o sucesso: estabelecer um objetivo positivo, instrumentalizar-se e alcançá-lo. Podemos até morrer no alcance do objetivo, mas o sucesso está exatamente em alcançar o objetivo. E isto, muitas vezes, independe de dinheiro, beleza ou saúde. Depende de um espírito forte, dotado de uma fé inabalável, em Deus, e nas potencialidades humanas, dádivas de Deus. Possuir dinheiro, beleza e saúde é muito bom, mas essas coisas de nada valem se o espírito não é forte. Se a vontade não é de aço.
Emocionei-me ao ler sobre seu pai. Lembrei do meu, o velho Fernando, operário naval durante 35 anos, que propiciou-me o estudo e a educação. Seu pai, o meu e tantos outros pais e mães, seguramente, fazem parte da tribo do índio da minha história. Deus os tenha em Sua Santa Guarda.

Enviado por Geraldo A. Schott em 03/07/2005


Mário, sou um velho (no bom sentido) professor de Química que, hoje, desempenha o papel de Coordenador da 3ª série do Ensino Médio/Pré-vestibular, num colégio em Niterói. Converso muito com meus alunos sobre sucesso. E nessas conversas tenho sempre o cuidado de desvincular sucesso de cifrões. Inventei até uma história para materializar a idéia de sucesso que tento passar aos alunos. É a história de um índio. Ele não tem nome. Deixo aos alunos a tarefa de dar-lhe um nome. Todos os dias o índio pega seus apetrechos de caça e diz para a mulher: "Mulher quando o Sol passar pela metade do céu, eu estarei de volta com a caça". Dito isto, sai para a floresta e, dito e feito, no tempo determinado ele está de volta carregando a refeição do dia. Conto esta história para os alunos e digo para eles enfaticamente: "Este índio é um homem de sucesso". Por que? Pergunto-lhes? E eles respondem: "Ele disse que ia trazer a caça e trouxe". Exatamente. É aí que está o sucesso: estabelecer um objetivo, instrumentalizar-se e alcançá-lo. Podemos até morrer no alcance do objetivo, mas o sucesso está exatamente em alcançar o objetivo. E isto, muitas vezes, independe de dinheiro, beleza ou saúde. Depende de um espírito forte, dotado de uma fé inabalável, em Deus, e nas nossas potencialidades. Possuir dinheiro, beleza e saúde é muito bom, mas essas coisas de nada valem se o espírito não é forte. Se a vontade não é de aço.
Emocionei-me ao ler sobre seu pai. Lembrei do meu, o velho Fernando, operário naval durante 35 anos, que propiciou-me o estudo e a educação. Seu pai e o meu, seguramente fazem parte da tribo do índio da minha história. Deus os tenha em Sua Santa Guarda.

Enviado por Geraldo A. Schott em 02/07/2005


Oi Mario. Você me faz pensar mais ainda no que tenho pensado ultimamente. Quanto sucesso(profissional) busco e como atingí-lo. Para meus filhos isso é indiferente. Sei que o que eles mais querem é minha presença, nem que seja por uns cinco minutos. Mas naqueles exatos cinco minutos em que eles me pedem. Aí está o meu verdadeiro sucesso. Torná-los pessoas felizes e realizadas. É isso que vai ser meu verdadeiro legado. Obrigada por vc escrever sempre palavras tão amáveis. Tão cheias de tudo!
Um grande beijo, Vanessa.

[Mario Persona responde: Oi Vanessa. Que bom que comentou. Nessa loucura de vida que inverte nossos valores, acabamos nos esquecendo que nossos filhos são a primeira responsabilidade que temos e, dentro dessa responsabilidade, a formação de seu caráter é mais importante do que a formação de um patrimônio. Porém às vezes - por necessidade ou opção - a formação do caráter de nossos pequenos acaba ficando por conta da escola, do balé, da academia, do clube, da Internet, do traficante... Quantos filhos pobres de amor há por aí em total abandono enquanto os pais correm atrás de formar um patrimônio que os mesmos filhos mais tarde transformarão em fumaça. Quais os valores que permanecem? Estes devem formar nosso legado a nossos filhos.]

Enviado por Vanessa Pegurier em 24/06/2004


Olá Mário!Está é a primeira(de muitas)que visito seu blog e o assunto que tratas me fez refletir sobre os rumos que vou dar a minha vida, tenho 20 anos e larguei a faculdade de engenharia de alimentos porque não gostava do curso e agora estou no maior dilema do que farei da minha vida, pra que curso prestarei vestibular e tal.E hoje com certeza uma das maiores preocupações dos jovens é serem bem sucedidos.Mas ser bem sucedido realmente é algo muito relativo.Sem contar que a mídia nos prega exatamente o que tu falou ter o corpo da Gisele um carro importado de último tipo,mas esquecem de nos dizer que antes de TERMOS temos que SER.Ser pessoas honestas que se preocupam com o futuro do país, pessoas que tem uma visão mais ampla de mundo, algo que não seja apenas seu próprio umbigo.
Parabéns pelos seu textos.

Enviado por sibele em 06/03/2004


Amado Mário,

Estou a exatamente 10 minutos ti conhecendo, e tive a grata surpresa de me deparar com essa pérola e apreciá-la, e lhe agradecer, pois dentro do meu carro vindo para o trabalho estava pensando nesse final de semana em ensinar ao meu pai(70anos) à pescar, isso mesmo, segurar sua mão, mostrar-lhe como se faz um arremesso da beira da praia, enfim... desfrutar de bons momentos que não puderam ser usufruidos na minha infãncia, e realmente me veio a confirmacão desse propósito, com certeza a sua maestria em nos mostrar os valores reais da vida, nos concede a grata satisfacão de que tudo pode ter um sentido especial a medida que tenhamos o discernimento de simplesmente viver, e viver bem ....um abraco !!!!!!!

Enviado por volguiner Luis D.Assis em 04/03/2004


Olha só, eis que mais uma vez me deparo com as palavras de nosso querido Mário Persona caindo como luva no momento interior em que tenho vivido. Caro Mário, reflexões muito profundas da função existencial nesta nossa terra(grande presente de Deus)tem habitado meus pensamentos diuturnamente. Porque de novas conquistas, se elas ignoram nossa coexistência terrestre, qual nossa função em toda engrenagem existencial? O que é sucesso? Quanto sucesso já tenho? Que tipo de sucesso quero consquistar? E principalmente, qual meu conceito de sucesso, e de onde adquiri este conceito.

Enviado por Kênia Mendonça em 25/02/2004


Mario, mais uma vez me surpreendo com você, gosto muito do suas cronicas e sempre que me sinto triste ou acho que não vou conseguir lei suas palavras. Tenho um bebê de tres meses e espero ser para ela um exemplo, na realidade não sei se todos os pais pensam assim, mais quero que ela tenha orgulho de dizer e me apresentar como sua mãe, e uma mulher bem sucedida. e tento conseguir essa realização tomando para mim suas experiencias...

Enviado por Kaline Cristina em 09/02/2004


Mario é muito bom iniciar o dia sabendo que o que importa é Deus em nossas vidas.
Você consegue com maestria passar na essência o que é ser sucesso e não somente ter sucesso.
Adorei!

Enviado por zoraide santana em 09/02/2004


Mário, suas palavras trasmitem facilmente o ser humano nobre que é você.E...faço minhas as palavras de Carl Segan "Diante da vastidão do tempo e da imensidão do Universo é um grande prazer para mim dividir um planeta e uma época com pessoas como você", isso nos torna mais fortes e certos de um mundo com pessoas melhores.

Enviado por Marinalva Ladeira em 05/02/2004


Com o tempo a gente aprende que não são as coisas que Credicard resolvem que nos fazem felizes, mas sim aquelas que não tem preço!
Essa crônica diz tudo!!!
nessas horas eu me lembro de uma frase que gosto muito:"Antes de dizer a Deus o tamanho do seu problema, diga ao problema o tamanho do seu Deus!!

Enviado por Priscila Alves em 05/02/2004


Mario,leio a muito tempo seus artigos, são sempre inovadores e surpreendentes nos fazem pensar e refletir algumas vezes como neste que nos passa uma mensagem fantástica.
Há muito venho me concentrando e tentando passar à minha cabeça, que o sucesso verdadeiro não está nas coisas que conquistamos, mas na força que despendemos para alcançá-las, é essa força que nos torna especiais.
Acredito que é somente isso que vai valer a pena contar no futuro.

Um grande abraço!

Enviado por Marcelo Cassiano em 05/02/2004


Grande Mário... seu pai conhecia muito bem a opinião de Paulo em II Timóteo 4:7 "Combati o bom combate, completei a carreira , guardei a fé" e não poderia deixar de citar Romanos 8:37 "Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou"... Você sabe que na cruz, parecia que Jesus tinha sido derrotado, mas na verdade ele era o vencedor.Gostamos de enxergar sucesso na realidade física e esquecemos que o grande trunfo está na realidade espiritual !
Abraços

Enviado por Elaine Campos em 04/02/2004


Posso afirmar, sem medo de errar, que você, Mário Persona, foi bem sucedido no objetivo de transmitir a idéia do que é atingir o sucesso na vida.
Como costumava dizer meu saudoso avô materno, João Fontelles, "nem sempre o que se ganha é somente o que se coloca no bolso".

Enviado por Alexandre Fontelles em 04/02/2004


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"Ser alguém é ter uma história para contar."
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Curioso para saber quem sou? Ok, você pediu. Para poupá-lo, vou começar nos anos 70. Após a fase mauricinho, virei hippie. Isso mesmo. Compus, cantei e toquei em festivais, vivi 3 anos só de macrobiótica e vesti bata de algodão de saco de farinha. Despojamento exterior de um Gandhi, mas vivendo como a rainha da Inglaterra, PAItrocinado no conforto de um apê só meu no Guarujá e faculdade particular em Santos.

Fim dos anos 70, desenhista, designer de ambientes e cartunista, recém formado arquiteto, metido em movimentos de contracultura e volta à natureza, fui morar no mato. Comprei um sítio após uma tentativa frustrada de morar numa comunidade. Onde? Alto Paraiso, GO. Foram 3 anos cantando "Refazenda", criando carrapatos, plantando mato e comendo arroz integral com gersal.

Foi também no fim dos 70 que nasci de novo, após três anos errando à procura de um sentido para a vida em filosofias do extremo oriente. Minha procura terminou no oriente médio
e os anjos ficaram alegres.

Voltei à civilização para continuar a carreira de arquiteto. Tive escritório de arquitetura, fui vendedor de materiais de acabamento, negociador no Banco Itaú e Cia do Metrô, editor de publicações cristãs da Verdades Vivas, tradutor técnico e diretor de comunicação e marketing da Widesoft.

Dinossauro da Internet no Brasil, em 1996 criei meu primeiro site, o bilíngüe
True Stories, seguido do trilíngüe Chapter-A-Day. Trabalhando na Widesoft, criei a comunidade Widebiz e ultimamente mantenho alguns blogs, como este CAFE, o biográfico Quero Contar e o devocional O Pintor em Minha Janela.

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