Mario Persona CAFE - Crônicas de vida, carreira e negócios.

"É prova de alta cultura dizer as coisas mais profundas
do modo mais simples" -
Ralph Waldo Emerson 

Mario Persona é palestrante, escritor, conferencista, consultor, tradutor, professor de comunicação e marketing.

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12/09/2003 A oportunidade é careca
por Mario Persona

A oportunidade é careca

É importante ficar atento às oportunidades, ou elas passam e a gente só comenta o que passou. Um ditado búlgaro diz: "Agarre a oportunidade pela barba. De costas, ela é careca".

Quem trabalha com assessoria de imprensa sabe que o segredo para conquistar espaço na mídia é transformar algo em notícia. Os que lançaram a Bruxa de Blair fizeram isso muito bem, inclusive limitando a poucos cinemas o lançamento, para gerar tumulto, atrair a polícia e a imprensa.

A distribuição do livro estimulada pelo www.bookcrossing.com é uma idéia genial, mas é mais genial ainda o marketing que está atrás da beneficência. Foi essa a intenção clara dos criadores do site e qualquer um pode aproveitar o bonde e embarcar nele, capitalizando em cima da idéia. Veja este exemplo.

No dia 11/09/2003 a seção Tô Ligado, da Tribuna Impressa de Araraquara publicou uma matéria a respeito do www.bookcrossing.com. A oportunidade tinha passado uns dias antes quando o buzz aconteceu e alguns embarcaram na história. Embarquei, escrevendo uma crônica a respeito, tanto por achar a idéia sensacional como por enxergar nela uma oportunidade de publicidade (veja que publicidade é fazer algo para ser notícia, enquanto propaganda é pagar fortunas para pouco resultado na maioria dos casos - leia "A Queda da Propaganda" de Al Ries - sorry, este não vou largar tão cedo...)

Vamos aos números da oportunidade. Minha crônica foi para + de 5.000 assinantes e circulou em pelo menos duas listas que conheço (postei na WideBiz e outra pessoa postou em uma lista onde não participo), totalizando ambas umas 1.200 pessoas. Agora sai a matéria em jornal impresso para uma estimativa (do jornal) de 20 mil leitores citando meus três livros pelos títulos, além de meu site www.mariopersona.com.br onde estão meus outros serviços.

Embora tenha chamado minha mobilização de "mais eficiente", ao se referir à minha crônica "Livro-Bomba", a jornalista disse que fiz isso "velhacamente"! Pode!?? Veja este trecho:


Mais eficiente foi a mobilização promovida pelo escritor Mário Persona, que divulgou a corrente entre os 5 mil assinantes do boletim de seu site ­ www.mariopersona.com.br. Recebeu centenas de retornos positivos.

Velhacamente, ele deve deixar na universidade em que dá aulas exemplares dos seus três livros publicados ­“Gestão de Mudanças em Tempos de Oportunidades”, “Receitas de Grandes Negócios” e “Crônicas de Uma Internet de Verão”. Assim aproveita e os divulga. Aliás, considerou, mais do que uma boa idéia, uma grande sacada de marketing a do site que iniciou a corrente. “Ele gerou uma publicidade monstruosa e eficiente a custo zero”, destaca.

Persona acredita que o maior estímulo funcionará sobre o doador do livro. “O prazer de quem está doando é maior, porque sua imaginação é que vai trabalhar, se perguntando ‘quem será que vai receber?’, ‘será que vai ser tão bom para ela?’. Isso é estimulante”, comenta. [Para ler a matéria na íntegra, clique aqui]


Tudo bem, vou dar um desconto para o "velhacamente". Na verdade cheguei a pegar alguns livros daqueles que precisava me livrar (não li, ou li mas é ruim), mas mudei de idéia achando que isso seria investir pouco valor na proposta. Então peguei meus próprios livros, os quais compro com desconto de autor, e deixei na faculdade, onde todo mundo me conhece.

"Receitas de Grandes Negócios" ficou na sala dos professores e "Gestão de Negócios em Tempos de Oportunidades" ficou no laboratório de informática, desaparecendo poucos minutos depois. Foi tudo feito meio às pressas, e a etiqueta que colei na capa não ficou muito boa, mas vou melhorar. Falta deixar o "Crônicas de uma Internet de verão".

Comentei com meus alunos que faltava passar este adiante, e um deles enviou um e-mail para a classe:

"Visitei esse site www.bookcrossing.com que o Prof. Mário Persona recomendou e achei muito interessante, já me inscrevi nele inclusive. Vale à pena. É uma idéia muito interessante. Também imprimi minhas etiquetas e vou 'deixar' uns livros velhos por aí, só pra ver se funicona mesmo, sabe. Agora, Professor, você bem que podia deixar esse último livro lá pelo corredor do 6º Admin. A, hein?!!"

Taí, a moda já pegou. Depois passarei a deixar outros que não vou ler outra vez. Já fiz isso com quase minha biblioteca inteira, uma vez em 1981 ao voltar de Alto Paraíso (deixei tudo na escola de lá) e outra em 1987 quando me mudei de São Paulo para Limeira, mantendo nos dois casos apenas os livros que precisaria ter para consultar (só sinto falta de uma enciclopédia de grandes pintores...).

Na verdade gosto de presentar livros, pois acho que é a coisa mais útil que alguém pode ganhar. Pelo menos se o livro for excelente, evidentemente. A organização chamada Gideões Internacionais faz isso desde 1899 tendo distribuído gratuitamente UM BILHÃO E CEM MILHÕES do Livro dos livros (Novo Testamento). Eles são "abandonados" em hotéis, escolas, hospitais e presídios.

Segundo o site da organização, hoje são distribuídos 1.157.793 livros por semana, 165.400/dia, 6.891/hora; 114/minuto. Quase duas centenas, só no tempo que você levou para ler este texto.



Veja só! Alguém encontrou um de meus livros e registrou o achado no www.bookcrossing.com !

Journal entry 3 on Wednesday, September 17, 2003
As cronicas são de fácil entendimento,tornando a leitura totalmente envolvente.
CAUGHT IN LIMEIRA SÃO PAULO BRASIL
by Motocassia (0/0) from Limeira, Sao Paulo/Limeira Brazil

E a gorjeta, doutor?


Respostas: 5 Pessoas comentaram. E você, qual é sua opinião?

Queda da propaganda X ascenção da publicidade à parte,gostaria que alguém me dissesse como uma empresa deve agir frente aos exageros atuais do sistema de mercado...
O RP conseguiria, de modo eficaz, perfurar a rede de insegurança inerente àqueles que se encontram nos limites inferiores do sistema?
E olhem que não falo dos desempregados, não! Refiro-me a pequenas empresas que até ontem iam muito bem, mas que, nas atuais circunstâncias,estão nadando e nadando contra a maré sem conseguirem chegar à praia.
É por isso que concordo com J.Kenneth Galbraith quando diz que "nada estabelece limites tão rígidos à liberdade de um cidadão quanto a absoluta falta de dinheiro"...

Enviado por Maria Dulce Scarpa e Arantes em 04/10/2003


Mario,

Já nos comunicamos outras vezes e tenho a mania de comunicar-me contigo geralmente para um comentário crítico. peço desculpas, prometo faze-lo também para elogios a partir de algum momento.

Enfim, a crítica é a seguinte : O bookcrossing é bem claro, trata-se de deixar um livro que te fez a diferença e não, como dizes :

"... Na verdade cheguei a pegar alguns livros daqueles que precisava me livrar (não li, ou li mas é ruim), mas mudei de idéia achando que isso seria investir pouco valor na proposta. Então peguei meus próprios livros ..."

Imagino que teus livros tenham te feito a diferença, óbvio. Mas se trata justamente de doar para alguém, "desinteressadamente", essa é a jogada, isso que está ocorrendo no mundo. Tenho amigos na Espanha, França e Estados Unidos. Outro que está em Hong Kong disse que curtiu e vai fazer. Eu no dia, fiz com minha filha e gostamos tanto que resolvemos fazer uma vez por semana. Trata-se de reciclagem de livros. Os bons. Para que eles circulem, que a mensagem chegue a mais pessoas.

Tua atitude me lembrou a daquelas pessoas que quando vão participar de uma campanha do agasalho, resolvem doar aquilo que não usam mais, ou que está velho, ou que não serve ... nada contra. Mas a verdadeira inovação está em doar aquilo que gostamos. Isso sim é bom. E minha filha de 5 anos tem gostado, e estimulado suas amigas na escola.

Enfim, pegaste uma coisa legal e tentaste promoção ... no way ...

abraço sincero,

marcelo estraviz

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[ Re: Valeu, Marcelo! Foi bom você ressaltar esse lado da iniciativa, já que minha preocupação ficou quase toda concentrada no aspecto marketing e promoção. Foi só depois que escrevi minha crônica Livro-Bomba, abordando o aspecto de marketing do www.bookcrossing.com, que descobri que existia outro movimento que corria paralelo, anterior ou posterior ao mesmo. Foi no www.bookcrossing.com que me inspirei para escrever a crônica www.mariopersona.com.br/bomba.html

Na área em que atuo procuro tentar descobrir o moto das coisas do ponto de vista do marketing. Pode até ser um erro meu, mas já ouviu aquela frase: "martelo enxerga tudo como prego"? Este é um ponto. O outro é que costumo analisar as coisas também com base em meus próprios sentimentos humanos, e isso é sincero. Daí eu revelar que minha primeira intenção foi doar livros que poderia "jogar fora". Foi isso o que se passou nos bastidores de minha alma, e não hesito dizer, pois a natureza humana é assim.

Este é o moto negativo. Aí vem o moto positivo (puxa! isso aqui tá se tornando uma corrida de motos!). O moto positivo é a intenção por trás de minha ação de doar. Revelar a boa intenção, quando essa é realmente boa, geralmente parece piegas demais e coisa de fariseu. Como meu objetivo é marketing, e é também esse o objetivo deste blog, mostro o moto marketeiro (mais moto!) que me levou a isso. Tá bom, podemos chamar de negativo, mesquinho etc e tal, mas é um negativo que também faz acontecer, uma explosão controlada. É um dos principais impulsionadores da natureza humana, ainda que nefasto.

No começo e no fim da Bíblia aparecem os três impulsionadores da natureza humana que são conseqüência do 'bug' que entrou no software, corrompendo o original. A partir daí fazemos coisas visando basicamente três desejos: da carne (necessidade física), dos olhos (necessidade de prazer) e da soberba (necessidade de prestígio e reconhecimento).

Maslow falou disso em sua Pirâmide das Necessidades, mas não foi ele quem inventou. Está em Gênesis e na primeira epístola de S. João. Maslow divide como necessidades de auto-realização, necessidade de status e estima, necessidades sociais (afeto), necessidades de segurança, necessidades fisiológicas. Na Bíblia aparece como necessidade da carne, necessidade dos olhos e soberba da vida, mas é basicamente a mesma análise, não de como gostaríamos que fosse, mas de como o ser humano é em sua essência.

Sim, muito do que fazemos tem segundas intenções, como garantir a comida, a segurança, a preservação da espécie, o prazer, o ser visto, receber aplausos, obter vantagens, ganhar confete, aplacar a consciência etc. Ou até vender mais livros. Esta notícia sobre o evento (em sua versão mais nobre, que rolou na Europa) mostra que outros autores fizeram o mesmo:

"O dia 11 setembro não será mais um aniversario fúnebre pois iremos transformar essa data. Juntos, transformaremos esta data em um ato de criatividade e generosidade. A mobilização será geral em Bruxelas, Paris, Florença e São Francisco. Vamos fazer isso também em nossas cidades aqui no Brasil.
Nessas cidades, UM GRUPO DE ESCRITORES DE TODA CONFISSÃO LITERÁRIA LIBERARÁ SEUS LIVROS EM LUGAR PÚBLICO". [grifo meu]

Bão... não diz aí que esse grupo de escritores fez isso (distribuiu seus próprios livros, como fiz) para vender mais livros ou para fazer propaganda de si mesmos. Não tenho condições de julgar isso, pois seria julgar suas intenções. As minhas eu julgo e posso expor com minha assinatura. Vou emprestar de você que uma delas foi a da sua filha de cinco anos, a mesma criança que existe em mim. Essa foi a intenção nobre, da qual pouco ou quase nada falei, pois não era esse o foco.

A que abordei e explorei e analisei foi certamente de promoção. Deixar de dizer que isso se passou de maneira muito forte nos meus bastidores seria hipocrisia de minha parte. Deixar de fazê-lo por ser uma ação com segundas intenções, seria privar outros da leitura dos livros achados. Por isso fiz, contei e analisei essa segunda intenção do ponto de vista do marketing.

Outra vez, obrigado por enriquecer o tema com seus comentários. -- Mario Persona ]

Enviado por Marcelo Estraviz em 15/09/2003


Gostei muito do post Teddy bear-pererê. Eu lembrei de um texto: The Velveteen Rabbit, por Margery Williams. Nesse texto é mostrado que alguma coisa se torna Real para a criança pela convivência, pelo contato, e esse contato deixa o objeto desgastado e faltando partes... porém, já passa a fazer parte do sentimento de apego.
;)

Enviado por Cathy em 14/09/2003


Por favor envie um pombo correio para Artur Nogueira ( cidade em que morro ),com alguns livros e não se esqueça de falar para ele jogar um livro seu na minha casa ou deixar próximo da mesma, pois irei correndo buscar o livro e devorar ele. Opa, não irei comer somente irei ler !

Enviado por Alessandra em 12/09/2003


Ahã!!! Estão deixou livros na ISCA e acredito que conseguiu fisgar alguns peixes... Mas lembre-se que tem outros peixes na Uninove, e faz favor de colocar umas iscas pra nós também...
Pois é. A história do bookcrossing ultrapassou as barreiras da Internet e foi parar na Rede Glogo, no Jornal Nacional. Quer maior publicidade!?

Enviado por Paulo Albuquerque em 12/09/2003


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"Ser alguém é ter uma história para contar."
Isak Dinesen

Curioso para saber quem sou? Ok, você pediu. Para poupá-lo, vou começar nos anos 70. Após a fase mauricinho, virei hippie. Isso mesmo. Compus, cantei e toquei em festivais, vivi 3 anos só de macrobiótica e vesti bata de algodão de saco de farinha. Despojamento exterior de um Gandhi, mas vivendo como a rainha da Inglaterra, PAItrocinado no conforto de um apê só meu no Guarujá e faculdade particular em Santos.

Fim dos anos 70, desenhista, designer de ambientes e cartunista, recém formado arquiteto, metido em movimentos de contracultura e volta à natureza, fui morar no mato. Comprei um sítio após uma tentativa frustrada de morar numa comunidade. Onde? Alto Paraiso, GO. Foram 3 anos cantando "Refazenda", criando carrapatos, plantando mato e comendo arroz integral com gersal.

Foi também no fim dos 70 que nasci de novo, após três anos errando à procura de um sentido para a vida em filosofias do extremo oriente. Minha procura terminou no oriente médio
e os anjos ficaram alegres.

Voltei à civilização para continuar a carreira de arquiteto. Tive escritório de arquitetura, fui vendedor de materiais de acabamento, negociador no Banco Itaú e Cia do Metrô, editor de publicações cristãs da Verdades Vivas, tradutor técnico e diretor de comunicação e marketing da Widesoft.

Dinossauro da Internet no Brasil, em 1996 criei meu primeiro site, o bilíngüe
True Stories, seguido do trilíngüe Chapter-A-Day. Trabalhando na Widesoft, criei a comunidade Widebiz e ultimamente mantenho alguns blogs, como este CAFE, o biográfico Quero Contar e o devocional O Pintor em Minha Janela.

Hoje sou
palestrante, escritor, professor e estrategista de comunicação e marketing, além de garçom aqui no Mario Persona CAFE. Para saber mais é só clicar nos docinhos do cardápio profissional lá no alto.

Descobri o ócio criativo e faço que gosto trabalhando em casa. Meus clientes nunca iam ao meu escritório — nem eu — por isso decidi assumir o modelo home-office, conectado a um atendimento profissional, empresas parceiras, ao meu filho
Lucas Persona e aos meus clientes. Adotei o modelo futuro no presente.

Ao lado de minha mesa fica a poltrona de meu filho Pedro, que passa o dia escutando música. Quem é Pedro? Esta é uma outra história que você encontra no livro
"Uma Luta pela Vida", de minha filha Lia Persona, ou acompanhando o blog Quero Contar .

Com tanta
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"Você é o contador de histórias de sua própria vida, e poderá ou não criar sua própria lenda."
Isabel Allende



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